ONS obriga usina de Santo Antônio a desligar turbinas em Porto Velho (RO)

A cheia histórica que atinge o Rio Madeira, em Rondônia, obrigou a Hidrelétrica Santo Antônio a desligar todas as turbinas em operação. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a usina parou de funcionar no início da semana por uma questão de segurança. Na semana passada, 11 das 14 máquinas em operação já haviam sido paralisadas. Mas, como o nível do rio continuou elevado, decidiu-se por paralisar tudo, afirmou um técnico do ONS. Jirau, que também fica no Madeira, continua com quatro turbinas em operação. Segundo o ONS, as duas usinas estão em final de obra e ainda têm estruturas frágeis, provisórias, em algumas áreas. Com essa quantidade de água, o risco de ocorrer um acidente poderia aumentar. A Hidrelétrica de Jirau, por exemplo, pediu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e à Agência Nacional da Água (ANA) que Santo Antônio abrisse suas comportas para evitar acidentes em sua ensecadeira – estrutura provisória que protege as turbinas enquanto se executa uma obra no local.

Rio Madeira avança sobre esgoto e causa proliferação de algas e aguapés em Porto Velho (RO)

A enchente recorde registrada em Porto Velho, com nível aferido pela Agência Nacional de Águas (ANA) nesta terça-feira (25) de 18,50 metros, em contato com o esgoto despejado em córregos e fossas provocou um alastramento de algas e aguapés em parte da cidade. Em algumas ruas da capital, além dos transtornos causados pela inundação, a grande quantidade de vegetação aquática acaba obstruindo a saída das águas de dentro das residências. Parte da Avenida Alexandre Guimarães, no Centro de Porto Velho, ficou completamente “verde” nesta terça-feira com a entrada da vegetação aquática. Biólogos informaram ao De Olho No Tempo Meteorologia que mesmo com taxas elevadas de oxigenação provocada pela correnteza do rio Madeira, a proliferação de algas e aguapés ocorre rapidamente, uma vez que grande é a quantidade de esgoto lançado nos córregos que cortam o perímetro urbano. Muitas fossas residenciais também transbordaram, o que somente aumenta a quantidade de bactérias para o alastramento deste tipo de vegetação.






Fonte: http://deolhonotempo.com.br/ Enviado pela colaboradora Manoela Z. Bruscatto

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