Uma Sinopse do que nos aguarda em um Futuro Breve

Relatório de Riscos Globais 2021 – World Economic Forum


Escrito por Angela Rizzi

Março de 2021


O relatório de riscos globais é desenvolvido anualmente pelo World Economic Forum, com o intuito de classificar suas maiores preocupações em termo de probabilidade e impactos. É produzido por mais de 750 especialistas e “tomadores de decisões globais”.


O relatório divulgado este ano prevê cenários prováveis para até dez anos à frente. Como citei na resenha sobre o livro “The Great Reset”, escrito por Klaus Schwaab, fundador do WEF, este relatório também se trata de um rascunho da nova ordem. Tanto é que o relatório de 2006 alarmou sobre pandemias e outros riscos de saúde. Em 2009 tivemos a Influenza H1N1 e 2020 o covid19, que não tem previsão de ser amenizado tão cedo.


Vídeo acima publicado em 27/01/20 (antes do caos gerado pelo Coronavírus)


O relatório deste ano tem muito foco na crise ocasionada pela pandemia e os riscos das

mudanças climáticas, no amplo sentido. Aprofundando nos itens de riscos globais, percebemos um efeito dominó. Segue abaixo os riscos citados no relatório:


Horizonte de 2 anos:

- Doenças infecciosas

- Crises de meios de subsistência

- Eventos climáticos extremos

- Falhas de segurança cibernética

- Ataques terroristas


Obs.: Doenças infecciosas: Já estamos vendo variantes do covid por todo mundo, além

de outras doenças como Ebola e gripe aviária tomando proporções.

Crises de meios de subsistência: Grande parte da Europa já está com seus mercados

desabastecidos. Nos EUA, com o frio intenso, as prateleiras dos mercados estão

esvaziando-se, e já há regras de limite de itens por pessoa.

Eventos climáticos extremos: Outro fato que já estamos vendo. Frios intensos fora do

comum, causando nevascas na Grécia, Espanha, Reino Unido, Israel e até mesmo no

deserto.

Falhas de segurança cibernética: Vazamento de dados em massa, principalmente em

redes sociais.

Ataques terroristas: Vem crescendo progressivamente, principalmente na Europa, que

abriu as portas e abraçou os imigrantes com poucos critérios.



Horizonte de 3 a 5 anos:

- Estouro da bolha de ativos

- Instabilidade de preços

- Crise de dívidas

- Quebra de infraestrutura de TI

- Choque de commodities

- Falhas na governança tecnológica

- Conflitos interestaduais

- Geopolitização de recursos

 Horizonte de 5 a 10 anos:

- Armas de destruição em massa

- Colapso do estado

- Perda da biodiversidade

- Crise de recursos naturais

- Colapso da segurança social

- Colapso industrial

- Fracasso das ações climáticas

- Avanços tecnológicos adversos

- Reação contra a ciência


Todos os itens citados ao longo do horizonte de anos têm três variantes em comum que os desencadeiam: A pandemia, a tecnologia e as mudanças climáticas. A pandemia do covid-19 é a ponta do iceberg de tudo que está por vir. Ela desencadeou uma crise sem precedentes, que está apenas nos primeiros sintomas. Desemprego, conflitos governamentais, revoltas populares, quebra da economia, elevação dos preços, inflação... Um cenário perfeito para desencadear uma terceira guerra mundial.


A tecnologia que já vinha dominando o mundo tornou-se a principal ferramenta para contornar as restrições da pandemia. A questão é que ela não irá simplesmente suprir a demanda neste momento oportuno, ela irá substituir o ser humano. Conforme o relatório do WEF estima-se que em cinco anos, 85 milhões de empregos serão substituídos por máquinas. Os principais afetados serão os jovens adultos, que lidarão com sérios desafios referentes à educação, dado o fato que seu trabalho provavelmente será automatizado, consequentemente as perspectivas econômicas serão ruins e isso afetará diretamente a saúde mental, pois presenciarão uma mudança drástica no sistema e estarão diante da quarta revolução industrial.

Neste momento, já é crítico devido às perspectivas do mercado de trabalho dado à crise

econômica, além dos efeitos psicológicos dos lockdown’s.


Esta mesma tecnologia exercerá um controle mais invasivo, podendo infringir as liberdades civis (invasive control could infringe civil liberties – Pág. 33), conforme palavras do relatório. Nenhuma novidade, pois já estamos vivenciando isto. Os “verificadores de informação” já estão operando plenamente, extirpando das redes qualquer informação que vá contra o sistema. As Big Tech’s já mandam e desmandam nos governos.


A mudança climática, uma tecla que vem sido muito batida, veio a calhar muito bem na pandemia. Conforme relatório destaca-se um número aclamado de 9% de redução da emissão de CO2 no primeiro semestre de 2020, quando a maioria das economias do mundo foram fechadas por semanas, e as pessoas estavam trancadas em suas casas..


Aparentemente, na visão dos globalistas, o “fique em casa” é uma ótima ferramenta para “salvar o planeta”. A agenda sustentável tem ganhado força e proporções gigantes, sendo uma das pautas mais comentadas no WEF. A Europa, por exemplo, até 2030 quer banir veículos a combustão, aceitando apenas veículos 100% elétricos.


O ser humano é um grande vilão, conforme a agenda. Como deseja o intitulado “salvador”

Bill Gates: “Salvar nós de nós mesmos”. Se o ser humano é o grande culpado dos problemas que tem destruído o mundo, como salvar o mundo? Obviamente, acabando com o ser humano. Sua instituição filantrópica, Bill and Melinda Gates Foundation, é um dos grandes nomes por trás dos financiamentos para produção das vacinas do covid-19... Fica a informação para cada um refletir!


Toda a situação e seus agravantes levarão o mundo a um status:

Caos. Com o caos, os governos não conseguirão mais contornar os problemas, surgindo à necessidade de um novo sistema; um sistema global, que muito provavelmente, será instaurado até o ano de 2030. Conforme o relatório, o sistema como um todo irá colapsar, ficaremos reféns da tecnologia (muito mais do que já somos), armas de destruição em massa surgirão no cenário (3G mundial), e por fim, o evento cataclísmico que é o fator por trás de todas as mudanças climáticas que estamos vendo no mundo:


A inversão do campo magnético da Terra. Conforme descrito no relatório, a rápida reversão dos polos geomagnéticos da Terra gerará consequências desestabilizantes para a biosfera e a atividade humana. Isso é um fato incontestável.

Há também, previsões de riscos desenvolvidos em conjunto com o Global Future Council on Frontier Risks, ao qual está descrito a inversão citada anteriormente, além de outros potenciais riscos na visão dos analistas. São eles:


Guerra acidental

A medida que governos deixam de controlar suas ações, na ausência de informações

adequadas, podem se transformar em uma guerra. (Tensões entre China e EUA;

Governo Biden mandando caças em mensagem à Putin; Bombardeio a Síria...)


Revolta anárquica

Ativistas jovens saturados pela corrupção e desigualdade mobilizam-se contra a elite.

O poder das mídias sociais que propaga a desinformação fomenta o caos social. (Digase de passagem, tal ativismo é financiado pela própria elite, como é o exemplo do

Antifas e Black Lives Matter, milícias particulares de George Soros.)


Interface cérebro-máquina

Utilização de leitura da mente por parte de companhias, governos ou indivíduos a fim

de extrair dados para fins comerciais ou repressivos. (Tecnologia dominando tudo;

automatização, vida online, o grande reset...).


Colapso da democracia

A democracia se torna autoritarismo através do progressivo deterioramento das leis.

(Perda das liberdades individuais, observado desde o início da pandemia).


 Edição de genes para aprimoramento humano

Governos iniciarão programas de engenharia genética secretos. Nascerá uma classe de

pessoas com capacidades genéticas melhoradas para se adequar ao espaço, ártico ou profundidades marítimas, desencadeando uma corrida armamentista genética entre rivais geopolíticos com consequências indeterminadas. (Já é uma realidade, basta pesquisar sobre os projetos da DARPA, na criação de supersoldados, através de modificações genéticas. Outro exemplo de engenharia genética são as vacinas de RNA mensageiro, que estão sendo aplicadas para o covid-19. Essa tecnologia nunca testada antes mudará o DNA humano podendo trazer consequências inimagináveis.)


Controle neuroquímico

Uso malicioso de farmacêuticos neuroquímicos para controle. Os governos começarão

a utilizar estas drogas para aplicação da lei. (Flúor na água para deixar o ser humano

mais suscetível a controle, a mesma técnica utilizada por Hitler para domesticar

judeus; Antidepressivos usados em larga escala por uma parcela cada vez maior da

população...)


Derretimento do permafrost liberando microrganismos antigos

Um alerta ao planeta é o derretimento do permafrost no Ártico, liberando vírus

ancestrais desconhecidos da ciência para o ar, solo e sistema de água.


Implantação de armas nucleares de pequena escala

Novas tecnologias permitem a produção de ogivas com baixo redimento, ofuscando as

estruturas de dissuasão, levando assim, a uma guerra nuclear global.

Ainda há pessoas que acham que tudo voltará a ser como antes da pandemia, que

custam a acreditar que o mundo como conhecíamos está se esvaindo ao tempo. O

“novo normal” é a nova era, o “grande reset”, um novo mundo, similarmente descrito

por Aldous Huxley juntamente ao autoritarismo de Orwell. Este relatório da instituição

global WEF está aí para colocar diante dos olhos de todos o que nos aguarda.


Devemos olhar para o futuro com atenção e muito discernimento, pois a pandemia foi

apenas o botão start para tudo o que veremos à frente.


“Ver aquilo que temos diante do nariz requer uma luta constante.” – George Orwell.

O relatório completo está disponível no site do World Economic Forum <The Global

Risks Report 2021 | World Economic Forum (weforum.org)> , Contém 97 páginas.

Idioma: Inglês.